Encontro com a Poesia

Celebração do Dia Mundial da Criança

 

 

 

 

A turma do 6ºD celebrou de forma simbólica o Dia Mundial da Criança, na biblioteca da escola, com um encontro entre pais e filhos. Foi recordada a Declaração Universal dos Direitos da Criança, e alguns dos princípios que a regem, nomeadamente o direito a ter uma família, o direito à igualdade, sem distinção de raça, religião ou nacionalidade, aos cuidados básicos de higiene e de saúde, o direito a ter uma educação, de crescer dentro de um espírito de solidariedade, compreensão, amizade e justiça entre os povos. Pais e filhos, num espírito de partilha, declamaram poemas alusivos à amizade, ao amor, ao respeito pelo outro e nalguns casos apresentaram mensagens alusivas a este dia.

Esta atividade traduziu o envolvimento de todos os Encarregados de Educação e alunos, assinalando o final do ano letivo e do trabalho desenvolvido ao longo do ano.

Leonor Firmino

 

 

 

A escritora Alice Vieira na Escola Josefa de Óbidos

visita realizada no âmbito da disciplina de Português do 2.º ciclo

 

 

 

 

No passado dia 4 de maio a escritora Alice Vieira esteve na biblioteca da nossa escola, a propósito da obra “Rosa, minha irmã Rosa”. Aquele que era para ser um mero encontro entre a escritora e as turmas do 6º ano, acabou por ser um momento agradável de diálogo e de convívio entre todos os presentes.

A autora, com a sua simpatia, aliada a uma capacidade de comunicação e espírito aberto, fez uso de uma linguagem simples e direcionada para o seu público leitor. Contou-nos algumas das suas vivências pessoais, do seu percurso enquanto escritora e da sua paixão pelo jornalismo, atividade que continua a exercer.

Os alunos tiveram assim, a oportunidade de conhecer e de interagir com a autora, colocando questões acerca da sua obra e da sua vida profissional.

No final a turma do 6º D agradeceu a sua vinda à escola e como sinal de agradecimento, ofereceu à escritora um álbum de mensagens de todos os alunos da turma.

Esta foi sem dúvida uma experiência única na vida de cada aluno.

Alice, de todos para ti, um Muito Obrigado e Bem Haja.

Assistiram à sessão as turmas 6ºA, 6ºB, 6ºC, 6ºD, 6ºF e 6º G, num total de 123 alunos.

Leonor Firmino

 

 

 

 

A Biblioteca assinalou, no dia 26, a comemoração de mais um ano da revolução de Abril com a realização da peça teatral “Um dia cheirou-me a cravos”. O projeto foi dinamizado pela professora bibliotecária, simultaneamente professora de História, e os atores foram os alunos da turma B do 8º ano.

Foram realizadas duas sessões para alunos da escola, no espaço da biblioteca, e uma sessão para encarregados de educação. Assistiram à peça oito turmas de diferentes níveis escolares (5º B, 5º G, 6º A, 6º E, 7º E, 7º F, 8º C e 9º E) num total de 210 alunos e cerca de 23 encarregados de educação e familiares.

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A Biblioteca Escolar Josefa de Óbidos assinalou, no dia 21, o acontecimento histórico da Revolução dos Cravos, convidando o Professor Doutor Fernando Rosas para uma palestra sobre o tema: O 25 de Abril de 1974.

Os alunos do secundário renderam-se à capacidade de comunicação do Professor e ao seu jeito próprio de ensinar e de abordar um tema que integra uma das suas áreas de investigação: História Contemporânea. Ao longo de uma hora, destacou a particularidade do 25 de abril de 74 ter resultado de um cansaço da guerra colonial, da qual não se podia discordar e que se arrastava há 13 anos, numa altura em que os outros países europeus tinham já concluído o seu processo de descolonização.

O referido cansaço e consequente descontentamento foram interpretados pelos oficiais intermédios, os capitães e majores que comandavam as Companhias da Ocupação Militar Colonial, aos quais se vão associar os oficiais subalternos e milicianos. De outubro a dezembro de 1973, o descontentamento destes militares, inicialmente, em relação à sua situação profissional, adquiriu depois contornos políticos: a partir de então, tornou-se clara a ideia de que a guerra só acabaria com uma mudança de regime.

No dia 25 de Abril, os oficiais intermédios (organizados no Movimento das Forças Armadas), saíram vitoriosos, constatando-se, nas ruas de Lisboa, a rutura da hierarquia superior (“a brigada do reumático”) com a generalidade dos militares dos três ramos das forças armadas. Era o fim do regime autoritário e da guerra colonial. A este movimento militar, associou-se rapidamente a população, também ela cansada da guerra e dos seus efeitos económicos, sociais e psicológicos.

Assistiram à palestra as turmas do 11º B, C e D, 12º A, B e C, num total de cerca de 65 alunos e 10 professores de diferentes áreas disciplinares (entre os quais três elementos da direção).

 

 

O 9º E apresentou "Dias tristes"

 

 

 

 

Criar e organizar uma   peça de teatro  na escola é uma atitude corajosa que merece ser louvada. Foi o que aconteceu com a turma do 9º E que decidiu meter mãos à obra e apresentou, no passado dia 6 de Março, na biblioteca, a peça “ Días tristes ”. A peça é da autoria do aluno Rui Pereira, com redação de Ana Brandão e revisão da professora Vera Canholas. A representação teatral foi encenada pelos alunos, sob a batuta de Rui Pereira. O primeiro passo nesta experiência foi dado o ano passado com a apresentação de El primer dias, sendo a peça Dias tristes” um trabalho de continuidade.

O bulling em contexto escolar foi o assunto tratado na peça, um tema muito pertinente e atual, que entusiasmou o público presente. Foram realizadas quatro sessões, tendo assistido à dramatização cerca de 185 alunos das turmas 5º B, 5ºG, 6º B, 6º C, 6º D, 6º E, 6º F, 6º G.

 

 

Olimpíadas de História

 

 

consulte aqui o regulamento

 

 

 

A 1ª eliminatória das Olimpíadas de História do 3.º ciclo realizou-se na biblioteca, ao longo de várias sessões e decorreu no período de 13 a 25 de janeiro. Participaram nesta atividade cerca de 240 alunos e quatro professores da disciplina, envolvendo 10 turmas de 7º e 8º anos (7ºA, 7ºB, 7ºC, 7ºD, 7ºE, 7ºF, 7ºG e 8ºA, 8ºB, 8ºG).

Nesta eliminatória, foram testados conteúdos das unidades didáticas “Sociedades recoletoras e primeiras civilizações” e “Expansão e mudança na Europa dos séculos XV e XVI”, tendo sido usada a plataforma interativa Kahoot, na forma quiz, isto é, elaboração de perguntas com escolha múltipla. Os alunos reagiram com interesse e entusiasmo à atividade, sobretudo pelo facto da utilização desta tecnologia ter constituído uma novidade (no ano letivo anterior, as questões foram feitas em suporte papel), mas também pela competição que a mesma estimula entre eles, ao divulgar o ranking dos participantes, elaborado a partir da pontuação obtida com as respostas corretas e a rapidez de execução

No final, alguns alunos quiseram responder de novo às questões para melhorarem o desempenho, outros, manifestaram interesse em repetir a experiência, outros ainda, querem aprender a trabalhar com esta ferramenta.

Passaram à fase seguinte 56 alunos do 7.º ano e 15 alunos do 8.º ano. A segunda eliminatória realiza-se na semana de 27 a 31 de março, também na biblioteca.

 

 

 

 

 

 

OUTUBRO, MÊS DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES

 

 

O mês de Outubro é assinalado internacionalmente como o mês das Bibliotecas Escolares. A Biblioteca Escolar Josefa de Óbidos (BEJO) quis sinalizar este evento dinamizando duas sessões, uma para alunos do pré-escolar da Escola Ressano Garcia e outra para alunos do ensino secundário.

Para os mais pequenos, a BEJO apresentou, no dia 19 de Outubro, a história “A coisa que mais dói no mundo” da autoria de Paco Liván e Roger Olmos, editada pela OQO, cuja temática gira em torno da mentira. Procurou-se através desta história chamar a atenção para os diferentes tipos de dor e para a mágoa profunda que a mentira pode causar, capaz de partir o coração de qualquer um.

 

 

Para os alunos do secundário, organizou no dia 20 de Outubro, uma palestra dinamizada pelo Dr. Alexandre Cabral, professor e investigador na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, subordinada ao tema: “Grandes telescópios, espectógrafos e a luz na busca de planetas extrassolares. Através de uma linguagem acessível, este investigador destacou o papel da luz na compreensão do Universo e como a análise do seu espectro, isto é das variações da cor, permite a identificação das distâncias e dos elementos que o constituem; referiu alguns métodos usados na procura de planetas extrassolares (direto, indirecto, velocidade radial…) e os instrumentos usados para a sua detecção: os telescópios.

 

 

Acerca dos instrumentos actualmente em construção para colectar a luz, referiu os projectos dos grandes telescópios, como o GMT (Giant Magellan Telescope), o TMT (Thirty Meter Telescope) e o E-ELT (European Extremely Large Telescope). A construção deste último, que conta com participação portuguesa, foi aprovada pela ESO (European Southern Observatory) e está a ser construído no Chile (tal como o GMT), no deserto do Atacama, um dos locais do planeta onde o céu é mais límpido.

Por fim, o Dr. Alexandre Cabral falou-nos do telescópio constituído por 4 telescópios separados, o VLT (Very Large Telescope), localizado a uma altitude de 2.635 m no Paranal, no observatório astronómico do ESO. Falou-nos também do seu funcionamento na detecção de planetas rochosos e relatou-nos a sua experiência pessoal sobre a vivência e o trabalho que tem desenvolvido no Paranal.